Pessuti mobiliza parlamentares contra multa do governo federal ao Paraná

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O governador OrlanCuritiba, 05-04-2010 - Almoço Deputados - O governador Orlando Pessuti reuniu, no Palácio das Araucárias, a bancada de deputados federais do PMDB paranaense. E/D: Primeiro suplento do partido André Zacharow, deputado federal Moacir Micheletto, governador Orlando Pessuti e os deputados Reinhold Stephanes e Rodrigo Rocha Loures. Foto: Joel Cerizza - AENotíciasdo Pessuti reuniu nesta segunda-feira (5), no Palácio das Araucárias, a bancada de deputados federais do PMDB paranaense. No encontro os parlamentares garantiram seu apoio ao Governo Estadual na luta contra as retenções que a Secretaria do Tesouro Nacional impõe ao Paraná, devido ao processo de privatização do Banestado. Nos dias 14 e 15 de abril o governador irá à Brasília para tratar da situação com o presidente Luis Inácio Lula da Silva e os ministros Paulo Bernardo e Guido Mantega.

Fonte: A.E.N

E nos dias de chuva a água continua a invadir as casas

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Moradores de vários bairros da cidade ainda tem que conviver com as enxurradas, as promessas feitas pelos políticos de nossa cidade até o momento nada, enquanto isso a população tem que continuar tirando a lama e a água de dentro de suas casas nos dias de chuva. Este e um problema antigo que vem acontecendo em nossa cidade, mas foi conseguido verba para fazer galerias em alguns bairros da cidade, mas até o momento não se vê o inicio das tão sonhadas galerias.  Até quando isso vai ficar só nas promessas

Marialva realizou I Conferência da Agricultura e Desenvolvimento Rural

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Evento foi realizado na Câmara Municipal com o tema “Desenvolvimento Rural Sustentável do território da AMUSEP”

A I Conferência Municipal da Agricultura e Desenvolvimento Rural de Marialva foi realizada na última terça-feira (31/03), na Câmara Municipal. O evento é etapa integrante da I Conferência Regional de Desenvolvimento Rural Sustentável e tem como objetivo a participação de todos os setores da sociedade dos municípios participantes para discutir o tema “Desenvolvimento Rural Sustentável do Território da AMUSEP (Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense)”.

Essa é uma ação que articula entidades do poder público, de organizações não-governamentais e conselhos municipais com o objetivo de estimular a organização do setor agrícola.

Participaram do evento o Prefeito Deca, o Vice-Prefeito Evandro Araújo, Representante da Gerência Regional da EMATER, Luiz Caetano Vicentini, a Gerente Local da EMATER, Silvia Capelari, o Secretário de Agricultura, Meio Ambiente e Turismo, Valdinei Cazelato, conselheiros municipais, técnicos, organizações não-governamentais, gestores e diversos agricultores.

Em seu pronunciamento, o Prefeito Deca fez um relato sobre a importância da agricultura para o Município de Marialva. “Nosso Município tem uma agricultura forte. Temos promovido ações para melhor cada dia mais este setor, gerando mais emprego e renda”, afirmou o Deca.

Maiores informações: (44) 3232 4443.

Como está o Fundo Municipal de Assistência Social de Sarandi?

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Na área da assistência social[1], foram criados os Conselhos de Assistência Social incumbidos de exercer a orientação e controle dos fundos de assistência social, bem como inscrever e fiscalizar as entidades e organizações de assistência social.

Para que sejam efetuados os repasses dos recursos financeiros do FNAS aos municípios é necessário que efetivamente estejam em funcionamento o conselho e o Fundo Municipal de Assistência Social – FMAS - e que tenha sido elaborado o Plano de Assistência Social.
Constituem também condições para que haja as transferências a comprovação orçamentária dos recursos próprios do município destinados à assistência social, alocados em seus respectivos fundos de assistência social; o cumprimento, pelo município, das obrigações assumidas; que haja regularidade na aplicação dos recursos e que as contas do exercício anterior sejam aprovadas pelo respectivo conselho.
A criação do Fundo[2] possibilita o fortalecimento e a maior visibilidade da assistência social no interior da administração. Um gestor, ao instituir o Fundo, está se comprometendo com uma gestão transparente e racionalizadora dos recursos.
O Fundo é importante instrumento de gestão, inclusive porque possibilita ver com clareza: as fontes de receita, seus valores e data de ingresso; as despesas realizadas; e os rendimentos das aplicações financeiras.

Em breve

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Chumbo grosso à vista,  Sarandi vai tremer.

Governador Orlando Pessuti recebe apoio do senador Alvaro Dias

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O senador veio reiterar o apoio ao Governo do Paraná para a solução de pendências do estado com o Governo Federal, especialmente a dívida referente ao Banestado. “Foi uma visita de cortesia do senador e acho importante esta disposição em nos ajudar nas questões que ainda estão pendentes no Senado. O governador Roberto Requião já tinha uma boa relação de trabalho com o Alvaro Dias e vou continuar estreitando esses laços de cooperação”, disse Pessuti.

Fonte: A.E.N

Pessuti participa de missa em Lunardelli e anuncia campus da UEM para a região

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O governador OrlanLunardelli, 04-04-2010 - Governador Orlando Pessuti e família participam da Missa de Páscoa no Santuário de Santa Rita de Cássia, em Lunardelli.-
Foto: José Gomercindo / AENotíciasdo Pessuti participou neste domingo (4) da missa de Páscoa no Santuário de Santa Rita de Cássia, em Lunardelli, para cumprir uma promessa pelo cargo que agora ocupa. A promessa à “santa das causas impossíveis” havia sido feita pela esposa do governador, Regina Pessuti. Ele também aproveitou para anunciar um novo campus da Universidade Estadual de Maringá para atender a região do Vale do Ivaí. A missa foi celebrada pelo padre Natalício, amigo do governador. Durante a cerimônia, o prefeito de Lunardelli, Celio Pinto de Carvalho, e a ex-vereadora Maria Aparecida Bross Carvalho, a Ninica, homenagearam Pessuti com uma placa de Cidadão Honorário do município.

Fonte: A.E.N

Sarandi... Por que insistimos em não aprender a Planejar?

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A classe gestora de Sarandi assiste atônito ao avolumar de dilemas e problemas que a cada dia afloram no seio da sua “urbanidade sucateada” levando a concretizar aquele pessimista pensamento do “grande abacaxi” que precisa urgentemente ser “descascado” e desacidificado pela maestria do pouco usado “Planejamento Estratégico” municipal.

Assim, como ser “estratégico” em resolver demandas sociais, se não aprendemos a desenvolver um “planejamento” de médio e longo prazo?

Cadê a nossa “executabilidade” do Plano Diretor, Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária que seriam como “bússolas” que norteariam o contra-ataque de políticas públicas alvejando as demandas sociais crescentes que, até ontem, ainda não foram amplamente divulgada como se legalmente preconiza os princípios da “transparência” e “publicidade” dos atos públicos?

Quando se tenta levantar algumas das inumeráveis conceituações sobre o termo “planejamento estratégico” vem-nos algumas considerações tidas, por aqui em Sarandi, como mais prevalentes em detrimento a outras em matéria de gestão pública.

Ou seja, enquanto não conseguirmos realizar a integração plena intra e inter secretarias administrativas provocada pela sistematização do trabalho em prazos e subdivisões adaptadas à realização de objetivos analisados com extrema flexibilidade nas contingências sociais aliada a participação do controle social com respeito a notoriedade gestora em apoiar suas metodologias em modelos múltiplos de Gestão organizacional, estaremos apenas correndo “atrás do vento” e não provocando nenhuma melhora “estratégica” continuada em Sarandi.

É preciso, para ontem, rever os pontos conflitantes nos Planos de Ação Públicos diante das intermináveis “contradições de interesses” que insistem em jogar os problemas para “debaixo do tapete”, pois este fator apresenta uma inércia enorme refletida na propensão em se manter as estabilidades políticas da mesmice retrógrada.

Outro fator seria a visão imediatista dos governantes em querer resolver a “demanda social” na força da “canetada ou rolo compressor” atropelando os tramites legais e incorrendo, fatalmente, em vícios de improbidade administrativa.

Aliás, e não esquecendo da escassa visão política dos técnicos em planejamento público, bem como do famigerado “burocratismo” e rigidez teórica para a implantação do planejamento em si sem a motivação e participalidade do corpo de servidores públicos.

Hoje, então, enfrentamos uma “realidade problematizada” bem mais distinta que nossos antecessores onde os desafios contemporâneos estão mais evidentes e exigindo cada vez determinação e capacidade de gestão por parte da administração pública.

Neste contexto, o planejamento estratégico[1][1] com o social e o urbano estarão sempre vinculado a uma política pública que, por sua vez, será construída e constituída das relações de tensões entre forças sociais presentes numa dada realidade concreta.

Nesse “circulo democrático” germinará o vínculo administrativos que será sustentado pelos eixos, prioridades, estratégias e direcionado para atenção ou superação das demandas próprias das políticas públicas, sem prescindir de suas inelimináveis interfaces.

Portanto, as “questões sociais” têm como matéria-prima aquelas expressões que manifestam uma “necessidade coletiva” não atendida se constituindo em objeto da política, a qual precisa ser reconhecida e incluída na “agenda pública” transformando-se em programa, ação, benefício, ou seja, em uma determinada resposta às demandas acumuladas para que Sarandi não se torne apenas o mesmo e não se renove.

Por

Dr. Allan Marcio

 
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