Marialva-Prazo para pagamento do IPTU com 20% de desconto termina nesta quinta, dia 15

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O contribuinte que ainda não pagou o IPTU deste ano, tem até quinta-feira para aproveitar o excelente desconto concedido pela Prefeitura de Marialva para pagamento em cota única

A Prefeitura do Município de Marialva informa aos contribuintes que nesta quinta-feira, 15 de abril, termina o prazo para pagamento do IPTU 2010 (Imposto Predial Territorial Urbano), à vista, em cota única, com 20% de desconto. O valor deverá ser quitado em uma das agências bancárias credenciadas pela prefeitura.

O prefeito Edgar Silvestre – Deca, falou da importância do pagamento do imposto. “O IPTU é o único imposto cuja arrecadação fica 100% para o município e é revertido em obras e investimentos. É muito importante que os marialvenses paguem em dia e ajudem a administração pública a melhorar ainda mais os serviços”, disse o prefeito.

Além da opção de pagamento em cota única, o IPTU pode ser parcelado em cinco vezes iguais e a primeira parcela também tem vencimento nesta quinta-feira.

Os contribuintes receberam os carnês em seus respectivos endereços. Somente os proprietários de terrenos não edificados (baldios), que ainda não retiraram seus carnês, deverão comparecer a Secretaria de Tributação na Prefeitura de Marialva, o mais breve possível.

Maiores informações: (44) 3232 8354.

Pessuti vai divulgar novos secretários nesta terça-feira

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O governador Orlando Pessuti vai anunciar a nova composição do secretariado do Governo do Estado, nesta terça-feira (13), depois da Escola de Governo. Ele divulgou a data em entrevista à rádio Band News, na manhã desta segunda-feira (12). Além de sua ida a Brasília, onde dará sequência ao diálogo com o Governo Federal sobre a dívida decorrente da venda do Banestado, o governador falou sobre sua trajetória pessoal, expectativas do governo e respondeu perguntas de ouvintes nas áreas de saúde e segurança. Fonte: A.E.N

Marialva recebe 2 veículos novos

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Ambulância servirá a Secretaria de Saúde, e Kombi a Assistência Social
Nesta sexta-feira, 09 de abril, no Pronto Atendimento Municipal, o Prefeito Deca recebeu uma ambulância Renault Máster 0 km. O veiculo é uma conquista do Deputado Estadual Enio Verri, junto ao Governo do Estado do Paraná.
Na mesma solenidade, também foi entregue um veiculo Volkswagem Kombi 0 km, para a Associação de Proteção a Maternidade e a Infância de Marialva (APMI).
As seguintes autoridades estiveram presentes: Prefeito Deca; Valdemir Abílio de Brito – Miro do Cartório (Presidente da Câmara); Carlos Alberto Ramos - Carlão (Vereador); Marcio Junior Navarro - Marcinho (Vereador); André Martins Neto (Vereador); Onésimo Bassan (Vereador); Antonieta Belinati (Vereadora); João Márcio Sanches (Sec. Mun. Saúde); Maria Ângela Martins Molina Silvestre – Mari (Sec. Mun. de Assistência Social) e demais Secretários.

O Deputado Enio Verri destacou o empenho do Prefeito Deca na elaboração de projetos, na busca de recursos para o município. “O Prefeito Deca tem trabalhado muito por Marialva. Desde quando assumiu como Prefeito ele tem nos apresentado diversas reivindicações para melhorar cada dia mais a cidade, e nós temos nos empenhado na liberação desses recursos, que beneficiam toda a população”, enfatizou o Deputado.

O Prefeito Deca lembrou das ações do Governo, agradeceu a presença da comunidade e o empenho do Parlamentar. “Agradeço a toda a comunidade que prestigia esta solenidade, em especial os profissionais da saúde. Esses dois novos veículos serão de grande valia para a população. A nossa administração tem sido vitoriosa. Estamos com diversas obras em andamento. Graças a Deus, a Câmara de vereadores e aos nossos parceiros, temos alcançado sucesso na maioria das ações”, disse Deca.
E para Sarandi nada.
Maiores informações: (44) 3232 8354.

Deputado federal Wilson Picler e Osmar Dias defendem ações para Pinhais

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Em reunião com lideranças de Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba (RMC), o deputado federal Wilson Picler (PDT-PR) defendeu ao lado do senador Osmar Dias, a inclusão do município às ações do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento), lançado pelo Governo Federal.

Os parlamentares levarão as propostas apresentadas durante o encontro ao presidente Lula e à equipe de planejamento do governo.

Os projetos sugeridos pelas lideranças variam da questão da habitação popular, meio ambiente, segurança pública e problemas de drogadição.

O deputado Wilson Picler destacou que o plano de governo deve ser construído em conjunto com a sociedade, englobando todas as regiões do Paraná. “Precisamos melhorar as condições de quem vive na Capital, RMC e interior do Paraná”, ressalta.

O senador Osmar Dias disse que o projeto precisa priorizar também o desenvolvimento do interior do Estado. “Há um crescimento acima da média na RMC. Já no interior do estado existe um índice negativo de 70% em relação ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), abaixo da média nacional”, disse Osmar Dias. “Precisamos rever isso, e, junto com o governo federal ampliar principalmente os programas sociais, de empreendedorismo, infra-estrutura social e incentivo aos jovens”, conclui.

Fonte:

Assessoria de Comunicação

Pedro Lichtnow

Piraquara será incluída na lei do ICMS Ecológico

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O deputado federal Wilson Picler e o senador Osmar Dias analisaram com lideranças a implantação do projeto

O deputado federal Wilson Picler (PDT-PR) aprovou a iniciativa do senador Osmar Dias de incluir Piraquara, Região Metropolitana de Curitiba (RMC), na lei do ICMS ecológico.

A proposta assegura ao município compensação financeira pelo fornecimento de água à Curitiba e RMC.

O projeto foi apresentado, nesta sexta-feira (9), ao prefeito de Piraquara, Gabriel Samaha (Gabão), e lideranças paranaenses da região pelos parlamentares.

Com a maior área proporcional de preservação ambiental do Paraná, o município de Piraquara é responsável por 70% do abastecimento de água da capital paranaense e RMC. “Esses royalties serão revertidos para a própria proteção da água e do desenvolvimento da região” disse o deputado Wilson Picler.

Outra proposta sugerida pelo senador Osmar Dias é de garantir aos municípios produtores de água no estado, percentual do lucro obtido pela Sanepar com a comercialização deste recurso natural.

Para o senador a medida é uma forma de promover o desenvolvimento e o investimento em projetos sociais em cada município. “Acho que esse é o começo da solução da educação, saúde e desemprego. Hoje a cidade de Piraquara, por exemplo, é penalizada por essa riqueza, que requer muitos cuidados e, ao mesmo tempo, impede ou retém a implantação de qualquer indústria por esta questão ambiental”, salientou.

Assessoria de Comunicação

Pedro Lichtnow

Almoço entre amigos do PSTU

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ALMOÇO ENTRE AMIGOS

Venha conhecer nossa sede, ouvir uma boa música (Paulo Vidigal) e se confraternizar conosco.

DIA: 11 de abril (Domingo)

Horário: A partir das 12h00

Local: Sede do PSTU (R. José Clemente, 748 – Zona 7)

Contato: Avanilson (44) 9901-7137

Definidas as propostas do Paraná para a 4ª Conferência Nacional das Cidades

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Foram aprovadas nesta sexta-feira (9), em Foz do Iguaçu, no último dia de trabalhos da 4ª Conferência Estadual das Cidades, as oito proposições do Paraná que serão levadas para a 4ª Conferência Nacional das Cidades, marcada para em junho, em Brasília. O encontro nacional vai debater as propostas dos Estados para a implementação da Política de Desenvolvimento Urbano (PDU). Criação de conselhos municipais das cidades; implantação de planos de saneamento básico e dos planos diretores; e prioridade ao transporte coletivo de massa estão entre as principais propostas paranaenses para a PDU.

Propostas do Paraná para a 4ª Conferência Nacional das Cidades:
Eixo 1:
Criação e implementação de conselhos das cidades, planos, fundos e seus conselhos gestores
1. Obrigatoriedade na criação, implementação e reestruturação dos conselhos municipais das cidades, com caráter deliberativo e composto por 40% de representantes do poder público e 60% da sociedade civil, com o objetivo de propor diretrizes relacionadas às políticas públicas. Deverão compor-se de câmaras técnicas, gerir fundos e divulgar suas ações em diversos meios de comunicação para que haja participação e controle social.
2. Capacitar técnicos, conselheiros e atores sociais, de forma constante e continuada, em nível nacional, estadual e municipal, por meio de cursos, treinamentos, seminários, fóruns e palestras relacionados às políticas públicas. Criar um canal de divulgação das atividades dos conselhos.
Eixo 2:
Aplicação do Estatuto da Cidade e dos Planos Diretores e efetivação da função social da propriedade do solo urbano
1. Implementação dos instrumentos do Estatuto da Cidade para efetivação da função social da propriedade (urbana e rural). Também prevê a criação e implementação dos planos diretores municipais e de habitação com consulta popular e aprovação do Conselho das Cidades, bem como a destinação de espaços para a implantação das Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS), regularização fundiária, criação de programas de ocupação de espaços vazios e identificação e controle da ocupação em áreas de risco.
2. Implementação e revisão dos planos diretores, que deverão ser obrigatórios e participativos, complementados com planos setoriais. Além disso, sugere-se: a divulgação de informações sobre a legislação do assunto, a destinação correta dos resíduos sólidos, maior rigor no estudo de impacto de vizinhança, realização de diagnósticos da realidade fundiária e sua articulação dos programas governamentais e acessibilidade urbana, além do acompanhamento dos planos diretores pelo governo estadual, através da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano (Sedu).
Eixo 3:
Integração da política urbana no território: política fundiária, mobilidade e acessibilidade urbana, habitação e saneamento.
1. Elaboração e aprovação do plano diretor municipal de saneamento vinculado ao plano regional/estadual e ao Plano Diretor, com base nos princípios da universalização (que todos tenham acesso à água potável e canalizada, coleta de lixo e local adequado para seu descarte, sistema de esgotamento sanitário adequado e manejo de águas pluviais), participação e controle social, cooperação federativa e integração das políticas de saúde, meio ambiente, recursos hídricos, desenvolvimento urbano, rural e regional, gestão e sustentabilidade social, ambiental e econômica. Implementação de fundo de reserva para incrementar ações em saneamento. Extensão de galerias pluviais, ampliação de sistemas de captação de água potável, priorização de investimentos em tratamento e coleta de esgoto, implantação de coleta seletiva, desenvolvimento de cooperativas de catadores de papel.
2. Mobilidade e acessibilidade. Priorização do transporte urbano coletivo, de sistemas de vias rápidas de integração interbairros e centro, de ciclovias e trens metropolitanos e de novas formas de locomoção; adequação de vias urbanas e prédios públicos às normas de acessibilidade; ampliação dos trajetos do transporte público a novos bairros e áreas menos adensadas; melhorias das estradas rurais e viabilização de transporte público coletivo para as comunidades rurais, com adequação dos acessos e pontes; implantação de um sistema ferroviário de transporte de passageiros, aumento dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para obras de urbanização.
Eixo 4:
Relação entre os programas governamentais – como PAC e Minha Casa, Minha Vida – e a Política de Desenvolvimento Urbano
1. Capacitação de servidores municipais para o acesso de recursos provenientes do Ministério das Cidades a estes programas e dos conselheiros municipais para que estes fiscalizem os projetos de habitação. Criar cursos profissionalizantes para os municípios com menos de 20 mil habitantes sobre planejamento urbano e desenvolvimento local.
2. Articulação entre as políticas e programas urbanos e rurais, e prioridade aos municípios e aos segmentos de população de menor renda. Também prevê: destinação de recursos governamentais à regulamentação de imóveis usados em usucapião; inclusão dos pequenos municípios nos dois programas de habitação, integração das políticas municipais, o Plano Plurianual (PPA) e o Plano Diretor às políticas habitacionais; destinação de 60% dos recursos do Minha Casa, Minha Vida às famílias com renda entre 0 e 3 salários mínimos, incluindo nos critérios as mulheres chefes de família e a disponibilização dos recursos do PAC para o Minha Casa, Minha Vida.100_3672

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Águas de Sarandi... Entre dilemas e problemas!

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Em 16 anos, o Brasil mais do que duplicou a porcentagem de pessoas que moram em domicílio com saneamento adequado na zona rural, e multiplicou por cinco o acesso na zona urbana.

Ainda assim, o país precisa acelerar os esforços para cumprir a meta de chegar até 2015 com metade da proporção de pessoas sem esgoto que havia em 1990, como prevêem os ODM[1][1] (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, mostra o mais recente relatório brasileiro sobre o assunto.

Na realidade das políticas de Saneamento Básico de Sarandi, uma das grandes e recentes conquistas foi à homologação em 09/2008 do Plano Municipal de Saneamento Básico – PMSB - pela Câmara de Vereadores.

Este importante instrumento de gestão foi um marco na implantação dos objetivos macros sanitários sarandiense, bem como na aplicação de “metodologia legal” na sistematização de metas e ações que identificam as possíveis fontes de financiamento ou origem dos recursos.

Sendo que algumas destas metas e ações, muitas vezes, independem de recursos adicionais, sendo desenvolvidas com a estrutura física, humana e financeira do município ou seus órgãos.

Considerando que os valores estimados para as ações estratégicas no PMSB[2][2] englobando os quatro setores que compõem o saneamento básico e aspectos relacionados aos mesmos, incluindo medidas de fortalecimento institucional serão necessários um investimento da ordem de 579 milhões de reais para realizar todas as ações consideradas no PMSB para os próximos 20 anos, isso, tomando por base valores atuais, sem prever possíveis reajustes de preços ou reposição do valor da moeda.

Ou seja, só para os três primeiros anos (ações imediatas) foi estimada uma necessidade de cerca de 190 milhões de Reais. Entretanto, até agora, 1,6 anos decorridos da homologação do PMSB pouco ou quase nada fora desenvolvido em matéria de implantação das políticas de saneamento. Será que algum dia iremos “zerar” este déficit sanitário?

Para confirmar tão tese, é só olhar para o cronograma do PMSB e constatarmos tal inércia em sua operacionalidade, cujo maior prejudicado está sendo a população de um modo geral em virtude das constantes faltas de água e os problemas de erosão urbana aplacadas pelos fatores climáticos.

Assim em caráter de perceber o quanto de atraso na execução nas “ações imediatas (até 3 anos) do PMSB elencamos algumas:

  • Implementar controle mais rigoroso da micromedição, inclusive das condições de operação dos hidrômetros, com manutenção mais ágil e medidas preventivas para controle do volume consumido;
  • Verificar e realizar manutenção periódica das infra-estruturas, prevenindo e solucionando problemas de funcionamento, vazamento e melhorando o funcionamento do SAA.
  • Implementar programa de monitoramento da qualidade da água e analisar viabilidade de captação de água superficial.

Portanto, além de outras ações que estão protocolarmente inseridas neste PMSB que precisam urgente redesenhar nossa pífia malha sanitária que, pasmem, detém apenas de 3% de rede de esgoto “funcionando”, podendo chegar através do “PAC emPACado do Saneamento” à apenas 30%, longe ainda dos números da Região Sul (de 62,5% para 78,4%).

Por

Dr. Allan Marcio

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