Osvaldo será exonerado

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Segundo informações colhidas agora a tarde na Câmara de Vereadores o secretário de Saúde Osvaldo será exonerado de seu cargo ainda nesta semana. Devido a tantas reclamações na área da saúde, como falta de medicamentos, médicos, equipamentos, e outras reclamações, muitos à tempos pediam a exoneração do secretário,e  parece que agora o prefeito resolveu ouvir as reclamações.

Farmácia ainda sem algumas medicações

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E a farmácia da secretaria de saúde continua sem algumas medicações de suma importância para pacientes. E de quem é a culpa? do Governo ou da secretaria de saúde que não faz o pedido de medicamentos? Muitas pessoas estão reclamando que remédios de uso continuo (que não pode ficar sem tomar) estão em falta na farmácia, e ninguém sabe informar quando terá essas medicações na farmácia.

Sugestão: nessa terça vá à Câmara de vereadores.

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Paulo Vidigal

Sobre o projeto de lei do executivo que doa R$ 1,1 milhão para o Sebrae, resumidamente digo o seguinte:

Como cidadão maringaense sou   totalmente contra esse projeto. Como já disse, esse dinheiro seria muito bem empregado se fosse utilizado para acabar com a fila de mais de 24 mil pessoas que esperam por consultas e exames especializados.

Vale a pena lembrar o nome dos vereadores que votaram a favor desse projeto. São eles: Heine, Luiz do Postinho, Sabóia, Manoel, Zebrão, Bravin, John, Paulo Soni e Flávio Vicente.

Fica aqui a  sugestão para  que as pessoas  que não concordam com o projeto compareçam à Câmara na terça feira, quando ocorrerá a segunda votação do projeto.

Portanto na terça todos à Câmara.

Fonte: paulovidigal.net

Ultraleve cai no Paraná e mata empresário

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imageO empresário Jeferson Adilson Moreno, de 45 anos, morreu após a queda de um ultraleve pilotado por ele na noite de sábado (11). O acidente ocorreu numa propriedade rural, às margens de uma rodovia em Cambé, no norte do estado.
Testemunhas disseram que o empresário voou por cerca de duas horas e sofreu acidente após uma manobra voando baixo. Amigos disseram que Moreno tinha licença para voar, mais de dez anos de experiência e há quatro anos havia comprado o ultraleve para usar nos finais de semana.
Uma investigação vai apurar as circunstâncias do acidente.

Ducci assina com o BID contrato de R$ 172 milhões para obras em Curitiba

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O prefeito Luciano Ducci assinou na sexta-feira (10) contrato de US$ 100 milhões (cerca de R$ 172 milhões) com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), para obras em Curitiba. O representante do BID no Brasil, Fernando Flores, assinou o contrato, em reunião na sede do banco, em Brasília.

Os recursos, metade da Prefeitura e metade empréstimo do BID, serão investidos em obras do programa Pró-Cidades, como Clubes da Gente Boa Vista e Santa Felicidade; construção da Rua da Cidadania Cajuru; habitação; e revitalização de ruas. "São obras importantes para a cidade, que melhoram a infraestrutura e a qualidade de vida da população", disse Luciano Ducci. "Curitiba cresce e se desenvolve, sempre no caminho da sustentabilidade. Ter um parceiro como o BID é fundamental para nosso projetos."

Os Clubes da Gente terão piscinas aquecidas para aulas gratuitas de natação e hidroginástica. A cidade já tem um clube no Bairro Novo e está construindo outro na CIC. A meta é ter clubes em todas as regionais. A Rua da Cidadania Cajuru é uma reivindicação antiga na regional e vai melhorar o atendimento da Prefeitura aos moradores dos bairros. Atualmente, os serviços são oferecidos na sede da Administração Regional Cajuru.  Os recursos também serão investidos na revitalização da rua Eduardo Pinto da Rocha, no Umbará, com 5,5 km de obras, passando pelos bairros Ganchinho, Sitio Cercado até o Alto Boqueirão. A rua terá asfalto novo, novas calçadas e drenagem. A rua Desembargador Antonio de Paula, ao lado do quartel do Boqueirão, também será revitalizada, com 2,4 km de obras. Também será feita a modernização de semáforos em vários cruzamentos da cidade, principalmente no eixo norte/sul. jornale

Dilma e Serra trocam acusações em debate

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Na troca de ataques mais dura nos debates destas eleições presidenciais, a líder nas pesquisas de intenção de voto, Dilma Rousseff (PT), e seu principal adversário, José Serra (PSDB) ganharam direito de resposta um contra o outro no evento Folha/RedeTV! que reuniu os principais candidatos ao Palácio do Planalto neste domingo (12).
No terceiro bloco do debate, a petista ganhou direito de resposta para rebater acusações de Serra, que ligou a campanha petista à quebra de sigilo fiscal de sua filha, Verônica, na Receita Federal. No entanto, no fim da argumentação, Dilma chamou o tucano de “caluniador” e deu a seu rival o mesmo direito que conseguiu.
“Ele quer ganhar essa campanha no tapetão porque não consegue convencer o povo brasileiro”, disse a petista, em referência a uma ação do PSDB no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para impugnar sua candidatura. “Ele quer virar a mesa da democracia. E quer com divulgação de crime por fato inverídico”, afirmou.
No fim da resposta, a petista atacou: “Não passarei esta eleição como a caluniadora. Ele é que passará”. Serra pediu direito de resposta, conseguiu em seguida e enumerou escândalos ligados ao governo federal nos últimos anos. E ironizou a petista por ter o apoio do ex-ministro da Casa Civil e deputado cassado José Dirceu. “Essas questões que envolvem a democracia não se resolvem com braveza”, disse. “Agora você vai pedir direito de resposta por isso [dizer que tem apoio de Dirceu]?”
Mais tarde, o tucano voltou a se referir à discussão com Dilma. “As pessoas sabem que eu não sou nem caluniador nem evasivo. Minha vida pública é bem conhecida. No seu caso, realmente não dá para dizer. Não dá para saber se você é ou não caluniadora ou se é ou não evasiva”, alfinetou.
Mais tarde, depois de questionada por Serra, Dilma voltou ao ataque: “As pessoas não podem ser pretensiosas e acharem que são a dona da verdade. Espero que as pessoas que me cercam também não sejam. Lamento a tentativa sistemática do meu adversário de me desqualificar”, disse. “Não subestime ninguém, candidato. O senhor não é dono da verdade. O senhor não é melhor do que ninguém.”
Depois da discussão tensa, houve um alívio no clima depois de Dilma questionar o candidato do PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, sobre a construção de plataformas da Petrobras no exterior. “Isso aí é pegadinha”, disse o socialista, em meio a risos da plateia. “Eu não sei. Não sei mesmo. Não sou obrigado a saber. Estou aqui para falar das grandes questões.”
Ainda no segundo bloco, Serra foi questionado por não ter reclamado da quebra de sigilo de sua filha e de seu genro na Receita Federal de Mauá quando teve indícios, em 2009, e deixou para tocar no assunto agora quando aparece atrás nas pesquisas. "Eu suspeitava disso, mas não tinha provas. Não cabe a mim colocar rumores. No momento em que apareceu, quebraram a intimidade da minha filha, do meu genro", disse.
E completou, irônico: "O que que eu deveria fazer? Agradecer a campanha da Dilma? [Agradecer] ao PT? A gente viu que são militantes petistas", disse o tucano, atribuindo a autoria do suposto dossiê contra ele e da quebra de sigilo a Fernando Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte, candidato do PT-MG ao Senado e um dos coordenadores da campanha de Dilma.
Além da quebra de sigilo na Receita Federal, outro escândalo apareceu no debate, nas perguntas de jornalistas a Dilma: o suposto lobby do filho de Erenice Guerra, sucessora da petista na Casa Civil, junto a empresas interessadas em obter contratos com o governo federal. A revista "Veja" divulgou que a própria Erenice teria participado de algumas conversas nesse sentido.
Dilma afirmou que tem a “maior e melhor impressão da ministra Erenice”. Segundo a candidata petista, “o que se tem publicado nos jornais é uma acusação contra o filho da ministra. Se houve [tráfico de influência] tem de se tomar as medidas cabíveis”.
"Eu não concordo, não vou aceitar, que se julgue a minha pessoa com o que aconteceu com o filho de uma assessora minha. Isso cheira a manobra eleitoreira, sistematicamente feita contra mim e contra a minha campanha”, disse.
Pelas regras do debate, os candidatos só poderiam dirigir perguntas uns aos outros por duas vezes. Eles também eram questionados por jornalistas. Nos primeiros blocos, Dilma, líder nas pesquisas de intenção de voto, recebeu mais críticas dos rivais. Serra foi o mais duro, logo no início, ao responder sobre qual seria o maior sucesso e o maior fracasso do governo Lula.
“O maior sucesso da gestão atual foi não atirar o Plano Real pela janela, como eles anunciaram que fariam e não fizeram. O maior fracasso foi o mensalão, o dossiê dos aloprados, essas violações da Receita”, disse o tucano, que mais tarde voltou a alfinetar o Palácio do Planalto e Dilma por conta do vazamento de dados sigilosos de sua filha e seu genro. “Isso é assunto do governo, que acoberta os companheiros e persegue a oposição. A democracia do PT, da Dilma, deles, tem essa visão”, completou.
Marina, por sua vez, ironizou Dilma ao ser questionada sobre como fazer para o Brasil crescer mais. “É a primeira vez que vejo a ministra Dilma citar a minha passagem pelo governo”, disse. “Avançamos na economia, avançamos no social, mas na política recuamos”, afirmou a candidata do PV, referindo-se a escândalos ligados ao governo nos últimos anos.
O candidato do PSOL também criticou a petista, embora em tom menos forte do que nos encontros presidenciais aos quais a ex-ministra faltou.
“Não sei em que país vive a Dilma. O maior sucesso do governo Lula é ter tido popularidade em um país onde 35% das pessoas passam fome. Essa população acredita no Lula porque recebe uma Bolsa Família, que é para hoje. E o amanhã? A Dilma já anunciou aí, já deu toques de que vai reduzir gastos”, afirmou, em referência a notícias de bastidores sobre um ajuste fiscal em um eventual governo da petista.
A petista tentou esfriar a discussão na maior parte do tempo - exceto pela troca de acusações com Serra no terceiro bloco. A candidata até brincou pela primeira vez em um dos três debates dos quais participou, depois de Plínio admitir que não sabia responder sobre a importância de construir plataformas da Petrobras no Brasil, e não no exterior. "Eu achei que ia levantar a bola para você", comentou ela, olhando para o rival, e não diretamente para as câmaras, como se esforçou para fazer nos encontros anteriores.Fonte: JORNALE

Políticos uma vergonha

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Os políticos de Sarandi que em minha opinião deveriam estar apoiando os candidatos de nossa cidade, são uma vergonha, por causa do dinheiro apóiam pára-quedistas que só aparecem na cidade em época de eleições, e depois que ganham esquecem que Sarandi também pertence ao mapa do Paraná. Por isso nossa cidade esta tão abandonada pelos políticos que só pensam em dinheiro no bolso e não na população carente que necessita de atenção com urgência. Quais dos deputados que receberam votos em Sarandi e que apresentou algum projeto ou alguma verba para Sarandi? A baixo um vídeo dos que tem o RABO PRESO na assembléia.

Gleisi: “Vida digna é ter salário justo, Educação e Saúde de qualidade”

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arapongas2Neste sábado (11), Gleisi Hoffmann visitou Apucarana, Arapongas e Londrina.

Pela manhã, a candidata ao Senado pelo PT conversou com lideranças e representantes de associações de bairro em Apucarana. Durante a visita, Gleisi destacou a importância dessas eleições para o futuro do País e reafirmou sua posição de trabalhar a favor da vida. “Ter salário justo, Educação e Saúde de qualidade é ter vida digna e é pela vida que fazemos política”, declarou.

À tarde, Gleisi esteve em Arapongas onde reforçou seu compromisso de lutar por mais direito para as mulheres.

“Precisamos implantar um programa nacional de formação e capacitação para mulheres e permitir que elas tenham mais acesso a créditos com juros diferenciados. No Senado, vou lutar por esses projetos, assim como irei trabalhar para viabilizar a aposentadoria das donas de casa”, declarou.

arapongas1Gleisi também participou de um encontro da APP Sindicato, que abrange 30 escolas da região. Ela conversou com os educadores sobre a importância de manter os avanços dos governos estadual e federal na área da Educação. “Eu e Osmar Dias temos discutido a necessidade de manter o compromisso com o setor, ampliando os projetos que deram certo e articulando ações para a melhoria do piso salarial e da hora-atividade da categoria”, afirmou.

Ainda em Arapongas, Gleisi prestigiou o Encontro Regional Sul da Pastoral Carcerária, onde ressaltou a contribuição da instituição à sociedade. “É por meio da Pastoral que são levadas palavras de fé e alimento espiritual aos presídios. Esse trabalho tem um impacto muito grande na vida dos presidiários e por isso é tão importante”.

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