Renata Bueno participa das propostas do PPS ao Governo Serra

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Assessoria de Imprensa

A vereadora Renata Bueno (PPS) participou, neste final de semana, em São Paulo (SP), da reunião do Diretório Nacional do PPS (Partido Popular Socialista). O objetivo do evento foi apresentar propostas do PPS para o plano de governo de José Serra. Dentre as propostas do partido, estava presente a sugestão de Renata Bueno, a qual abrange a destinação de parcela dos royalties do Pré-Sal à educação de base, previdência e transporte coletivo.

Além de José Serra, estava presente na reunião do Diretório Nacional do PPS o secretário geral do partido, Rubens Bueno; o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab; e o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

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Leo Suzuki
Assessor de Imprensa
Vereadora Renata Bueno Curitiba
Fone: (41) 9962-6742
www.renatabueno.com.br
www.twitter.com/RenataBueno

Oque falta?

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Oque acontece com Sarandi, são os políticos que não entendem de política, ou são incompetentes mesmo? Quase todas as cidades da região irão receber verbas do governo do estado para pavimentação asfáltica, Maringá irá receber R$ 11,5 milhões para pavimentação asfáltica e Sarandi não consegue verba nem para comprar uma ambulância oque acontece nesta cidade?

A política mudou em Sarandi?

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Para quem achava que Sarandi iria entrar para historia com mudanças na politica, quebrou a cara, a política continua a mesma coisa, mentiras em cima de mentiras, nada mudou, e amante de vereador trabalhando na prefeitura, parente de vereador, amigos de vereadores. Como alguns vereadores irão fiscalizar se eles tem o rabo preso com o prefeito que concedeu vários cargos para os vereadores nomearem quem eles quiserem. Duvido muito que eles fiscalizem alguma coisa na cidade.

Moradores reclamam

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Muitas ruas em péssimas condições estão recebendo os trabalhos de tapa buracos, mas eu não entendo uma coisa, eles fazem uma quadra e logo em seguida estão em outro lugar, por que não terminam toda a rua e só depois vão para outro lugar, dai fica uma quadra com os buracos tapados e a outra com buracos. Muitos moradores estão reclamando sobre isso, que eles não estão seguindo um cronograma.

Primeiros representantes da CBF desembarcam na África do Sul

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Apesar da Seleção Brasileira só chegar à África do Sul na próxima quinta-feira, dois integrantes da delegação já estão no país da Copa. Nesta segunda pela manhã, Jaime Maciel, chef de cozinha, e Guilherme Ribeiro, administrador da CBF, desembarcaram em Joanesburgo.

Os dois funcionários da Confederação Brasileira de Futebol foram direto para o local que hospedará a delegação brasileira, na região de Randburg. Por determinação da CBF, a exemplo do que acontece no CT do Caju, o acesso de jornalistas ao hotel da Seleção na África está proibido.

No hotel em Joanesburgo, Jaime, que comanda a cozinha da Seleção desde 2007, será auxiliado por uma equipe de chefs, contando inclusive com um sul-africano que fala português. Já Guilherme começará a cuidar dos preparativos administrativos para receber o restante da delegação, que viaja para África do Sul no dia 26 de maio.

As informações são do site Globoesporte.com.

Roma tentará contratar Adriano nos próximos dias, diz jornal

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O atacante Adriano já avisou que não ficará no Flamengo. A decisão do jogador agita o mercado, sobretudo o italiano. A Roma tem interesse em contratar o Imperador e enviará seus emissários ao Brasil nos próximos dias para concretizar o negócio. As informações são do Corriere dello Sport, segundo o GloboEsporte.com.

Conforme a publicação, a Roma já procurou o representante de Adriano, Gilmar Rinaldi. O contrato do atacante com o Rubro-Negro se encerra em 30 de maio.

Os dirigentes italianos Giampaolo Montali e Daniele Prade, que se ocupam das questões de mercado da Roma, estão preparando uma viagem ao Brasil. O representante de Adriano é o mesmo de Fábio Simplício, jogador do Palermo, que já chegou a um acordo com a equipe para a próxima temporada.  ZH

Coreia do Sul ameaça sua vizinha com retaliações militares

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A Coreia do Sul responderá militarmente e de forma imediata no caso de uma nova agressão da Coreia do Norte, que deverá 'pagar um preço' pelo afundamento da corveta sul-coreana "Cheonan" em março passado, afirmou nesta segunda-feira, em um duro discurso, o presidente sul-coreano Lee Myung-Bak.
— Se nossas águas territoriais, nosso espaço aéreo e nosso solo forem violados, utilizaremos imediatamente nosso direito à autodefesa — advertiu Lee Myung-Bak, em um discurso transmitido pela televisão. Seul pedirá ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que adote sanções contra Pyongyang pelo ataque contra a corveta, torpedeada por um submarino norte-coreano, afirmou ainda. Além disso, a Coreia do Sul também suspenderá totalmente suas relações comerciais com a Coreia do Norte, advertiu Myung-Bak. Em sua mensagem em cadeia nacional, Lee anunciou ainda que Seul impedirá o tráfego de navios norte-coreanos pelas rotas marítimas do Sul. O presidente sul-coreano enfatizou que não aceitará mais provocações.
— As coisas mudaram. A Coreia do Norte vai pagar um preço à altura de suas provocações — afirmou Lee. Em Washington, o presidente Barack Obama ordenou a revisão da política de Washington em relação à Coreia do Norte e aprovou a ideia de aplicar sanções para apoiar seu aliado Coreia do Sul ante qualquer agressão de Pyongyang, indicou a Casa Branca.

— Esta revisão visa a assegurar que tomemos as medidas apropriadas e identifiquemos zonas onde seja necessário realizar ajustes", afirmou o secretário de imprensa da Casa Branca, Robert Gibbs, em um comunicado por escrito. Entre essas medidas, a Casa Branca considera apropriada a aplicação de sanções a Pyongyang. Na sexta-feira passada, o ministro sul-coreano da Defesa, Kim Tae-Young, afirmou que Seul fará Pyongyang "pagar" pelo ataque à corveta. Uma investigação internacional sobre o naufrágio da "Chenoan" revelou que o navio foi torpedeado por um submarino norte-coreano.
A corveta de 1.200 toneladas explodiu e naufragou em 26 de março passado, matando 46 marinheiros, quando se deslocava na zona da ilha de Baengnyeong, no Mar Amarelo, na fronteira marítima com a Coreia do Norte. Pyongyang negou as acusações e afirmou que Seul fabricado provas de seu envolvimento no caso. Além disso, afirmou que os dois países estão 'perto de uma guerra'.

AFP

Israel desmente envio de ogivas nucleares à África do Sul durante apartheid

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Israel desmentiu que seu atual presidente, Shimon Peres, tenha oferecido em 1975 ogivas nucleares à África do Sul do apartheid, como sugerem documentos secretos publicados hoje pelo jornal britânico The Guardian. Em comunicado, a Presidência de Israel ressalta que "não existe base de realidade alguma" na informação publicada pelo diário, que diz ter uma prova documental de que o Estado judeu possui armas atômicas, informação que este não confirma e também não desmente.
— Israel nunca negociou armas nucleares com a África do Sul. Não existe um só documento israelense ou uma só assinatura israelense em documento algum — acrescenta a nota.
O escritório de Peres, que à época dirigia o ministério da Defesa e que duas décadas depois recebeu o Prêmio Nobel da Paz, lamentou que o The Guardian tenha "decidido fazer a reportagem baseando-se na interpretação de documentos sul-africanos e não em fatos concretos, e sem consultar fontes oficiais israelenses.
A Presidência israelense adverte que enviará uma "contundente carta" ao diretor do jornal e pedirá "a publicação da verdade sobre os fatos". The Guardian revela as atas de reuniões realizadas por altos dirigentes dos dois países em 1975, nas quais o ministro sul-africano de defesa, Pieter Willem Botha, pede bombas e Peres oferece "em três tamanhos".
Segundo a publicação, a expressão "três tamanhos" se refere supostamente aos três tipos de armas: convencional, química ou nuclear. Os políticos assinaram um amplo acordo que incluía uma cláusula pela qual declarava secreta a existência do documento. O texto foi descoberto pelo acadêmico americano Sasha Polakow-Suransky enquanto preparava um livro sobre o início da relação entre os dois países.

EFE

 
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