O Instituto Ambiental do Paraná (IAP), por meio de seus técnicos, juntamente com o Centro de Estudos do Mar da Universidade Federal do Paraná (CEM-UFPR), ainda realizam as análises da água da Baía de Paranaguá, em que morreram em torno de 60 toneladas de peixe na segunda-feira (03). Autoridades de saúde do município recomendam que os pescadores não consumam os peixes da Baía de Paranaguá e cestas básicas serão distribuídas para os prejudicados.
Um acidente ocorrido no final de dezembro, com um navio que derramou óleo na baía enquanto descarregava mercadorias no Porto de Paranaguá, é uma das três hipóteses levantadas até agora, para a mortandade dos peixes, de acordo com o chefe da Defesa Civil de Paranaguá, Edson Ávila. Isso porque havia manchas verdes no mar, cheiro de enxofre e uma tartaruga foi encontrada morta.
Representantes do IAP, do CEM-UFPR, da Defesa Civil e da Vigilância Sanitária estiveram reunidos na prefeitura de Paranaguá na manhã desta terça para traçar a estratégia de orientação à população em relação ao consumo de pescado na cidade. De acordo com o capitão Oliveira, a população não deve consumir nenhum fruto do mar pescado na Baía de Paranaguá nos últimos dias. A orientação também vale para consumidores de outras cidades. “O consumidor deve conversar antes com o comerciante para saber qual é a procedência do peixe que ele vai comer”, enfatiza o capitão.
BANDA B




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