“Tremenda bola fora”

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A manipulação errada do telefone celular em que posta mensagens no Twitter custou ontem um embaraço à ministra da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Helena Chagas. Ela repassou involuntariamente aos seus seguidores, terça-feira, uma mensagem que recebeu domingo e em que o twitteiro Lourival Bonetti classifica políticos como "raça devoradora", inclui no grupo os ex-presidentes Lula e José Sarney e se diz envergonhado e enojado
de ganhar menos do que eles. "Ganhar menos.que esta raça devoradora,políticos, como sarney, mubarak, kadaf, buch, lula, dirceu, genuino, me envergonham,que nojo.xau", diz a mensagem escrita por Bonetti e repassada pela ministra. Questionada ontem pelos jornalistas, Helena afirmou, pela Secretaria de Imprensa, que houve um "engano de operação" e que a retransmissão não foi proposital. À noite, classificou seu equívoco como “tremenda bola fora” provocada pelo que chamou de “total descoordenação motora”. Valendo-se de seu microblog, a ministra escreveu que um assessor lhe mostrou "um suposto retweet meu sobre uma tal 'raça devoradora'. Nunca tinha visto isso antes. Mas fui checar e... não é que estava lá a tal mensagem, retuitada por mim??!!! Tremenda bola fora, que só posso atribuir à minha total descoordenação motora".

F: BRASÍLIA

2 COMENTÁRIOS. AQUI:

  1. Anônimo disse...:

    ESTOU SABENDO QUE TODA TURMA DO AMEM VAI PARA CURITIBA ASSISTIR JULGAMENTO E TENTAR PRECIONAR E GANHAR ALGUM TEMPO COM O TJ. ALGUMAS PESSOAS DE SARANDI QUE NÃO ESTÃO CONTENTES COM ESSA POUCA VERGONHA EM NOSSA CIDADE DEVERIA IR A CURITIBA PARA ASSISTIR O JULGAMENTO A FINAL É PUBLICO E TODOS PODEM ASSISTIR PRQUE SE NINGUEN FOR A TUMA DO AMEM PODE TENTAR ALGUMA MANOBRA CADE O COMITE DE LUTAS, DR AVANILSON E OUTROS VAMOS LA PQ SE NÃO...

  1. Anônimo disse...:

    *
    Sarandi já recebe o lixo de Paiçandu

    * Edmundo Pacheco

    A A A

    O aterro da Ambisul, em Sarandi recebeu, ontem, o primeiro caminhão com o lixo de Paiçandu. Segundo informações de funcionários da empresa, a expectativa é de que cerca de vinte toneladas diárias de resíduos sejam depositadas no aterro. Um contrato emergencial, que prevê o recebimento de até 25 toneladas diárias, por noventa dias, foi assinado semana passada entre a direção da Ambiental Sul Brasil (Ambisul) e a Prefeitura de Paiçandu.

    Representantes do poder público, entidades e associações de moradores de Sarandi, protestaram contra a vinda do lixo e prometeram barrar os caminhões de Paiçandu, o que ontem não ocorreu. O prefeito do município, Carlos Alberto de Paula Júnior (PDT), chegou a declarar que não admitiria a entrada de caminhão algum de lixo de Paiçandu na cidade dele, mas ontem reconheceu que, legalmente não pode fazer nada para evitar.

    "A empresa está legalizada, tem as licenças ambientais e eu não posso fazer nada contra isso. Agora, volto a frisar que sou terminantemente contra a vinda do lixo para a nossa cidade e vou lutar contra isso", destacou. Para Carlos de Paula, o prefeito de Paiçandu, Vladimir da Silva (PMDB), e o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) deveriam ter consultado ele sobre a ida do lixo para Sarandi.

    Protesto

    Como é inviável barrar os caminhões legalmente, políticos, entidades e moradores de Sarandi se mobilizam para evitar o depósito dos resíduos, fazendo pressão popular. Um protesto está marcado para hoje, a partir das 16 horas.

    Segundo informou o vereador Aparecido Bianco (PT), será feita uma concentração na frente da Câmara e em seguida os moradores vão fazer uma carreata até o aterro da Ambisul.

    Bianco disse que a adesão ao protesto é grande e a expectativa é de que mais de cem pessoas participem do movimento. "Não queremos o lixo de Paiçandu aqui e precisamos que o município estatize (sic) o aterro", defendeu. O aterro de Sarandi foi privatizado em 2007 na administração do ex-prefeito Cido Spada (PT).

    O aterro da Ambisul (antiga Pajoan), fica na zona rural, em uma área de 14 alqueires. Tem licença ambiental para o recebimento de 80 toneladas de lixo doméstico por dia e recebe cerca de 40 toneladas produzidas em Sarandi, além de resíduos dos grandes geradores de Maringá.

    A reportagem tentou ontem novamente entrar em contato com o prefeito de Paiçandu, Vladimir da Silva (PMDB), mas ele não atendeu às ligações.

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